Intempestiva Solitude...

July 25, 2017

 

A palavra arranha a voz que cala na garganta a borbulhar no olhar que fala ao se calar.

 

O que seria da voz se o olhar dizia o que borbulha e desvia do que se retrata tardia agonia, de saber que sentia, o que não se queria.

 

Seria saber da solitude que agora se cria nas costas vazias e, o espaço que esfria o que seria a melodia do amor que se fazia agonia, na madrugada fria.

 

O impulso bate e rebate a pele que arrepia na intempestiva melodia dos grilos nesta noite vazia.

 

Afaga a mente e o corpo presente que sente, afaga a alma que fria agonia a mente.

 

A solitude é inconsequente ironia da mente intempestiva, mas agora presente que sente a alegria de se fazer ardente.

 

Um brinde a doce intempestiva solitude da mente presente!

 

 

 

 

 

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