Superando a pressão emocional e seus riscos somáticos

February 20, 2018

Muitas vezes, agimos influenciados por uma emoção, podemos até dizer que somos pressionados por ela, agindo imediatamente devido a adrenalina que ela traz. Falamos que a emoção toma conta do nosso corpo de forma química, e sem percebermos, temos ações inesperadas, fugindo do controle, mas que ali, parece ser a melhor opção.

Uma das importâncias de estudarmos e inteligência emocional e aos poucos incorporá-la ao nosso dia a dia, é entender como as emoções influenciam e alteram a estrutura química, fazendo com que tenhamos ações inesperadas, e após, algum arrependimento. Isto pode se tornar algo comum em nossa vida, trazendo resultados indesejados sem que percebamos que, nós fazemos isto conosco. Entendendo o processo básico da IE, podemos reverter rapidamente uma ação negativa para uma ação positiva, por mais que esta emoção pareça negativa no momento em que se apresenta. Veja como.

 

Emoções negativas nem sempre são aquelas em que pensamos ser ruins, imagine que a felicidade, é uma emoção negativa em algumas situações. Você concorda?

 

Não?

 

Entenda que, a felicidade extrema pode agir de forma negativa em suas ações, pois é uma emoção agindo de forma inadequada, pressionando suas escolhas. Temos certeza que, por exemplo, em um momento de felicidade extrema, você seria capaz de pegar um carro e, acreditar que pode andar a 280Km por hora em uma estrada, e realmente fazer isto. Mas quando tomado pela emoção, você não consegue perceber que esta estrada pode ter buracos imperceptíveis nesta velocidade, o que pode fazer você passar por ele, estourando algum pneu e causando um grave acidente, ou pode ocorrer algum problema como, falta de freios e outros riscos. Neste exemplo, você está tomado pela felicidade extrema e não consegue medir os riscos que suas ações podem causar, o que traz a certeza, de que emoções agindo sobre pressão em sua mente, te faz agir de forma negativa independente de que emoção se trata.

 

Assim, perceba que negativa, são as ações que são influenciadas pela pressão que ela causa, fazendo com que você tenha resultados diferentes daquele que você quer para ter melhor qualidade de vida. Por outro lado, positivas são as emoções que te influenciam, mas não pressionam suas ações, te trazendo resultados que condizem com o esperado para que tenhas qualidade de vida, e assim, até mesmo o medo, pode ser uma emoção positiva. O medo sem agir sobre pressão, te faz calcular os riscos que teria se agisse no impulso e pressão emocional, ele te protege. Já, o medo agindo sobre pressão, pode te paralisar e fazer com que você tenha mais riscos ainda.

 

Faz sentido agora?

 

Entendemos que, para aprender algo, é preciso sentir que ele existe, assim, para aprender sobre inteligência emocional, é preciso sentir e perceber a influência desta química no corpo, como agimos e reagimos diante elas, e, que tipo de significado estamos trazendo para os fatos a nossa volta, e influenciando esta química. Estes significados são os fatores somáticos que fazem com que, escolhemos de forma inconsciente, a forma com que agimos diante eles.

 

Quando entendemos a inteligência emocional e aplicamos ao nosso dia a dia, conseguimos escolher de forma consciente, os significados diante os fatos. Assim, percebemos rapidamente que, agir diante tal emoção estimulada pelo fato, pode nos trazer riscos, e assim, conseguimos agir positivamente mesmo diante uma emoção negativa, obtendo melhores resultados pessoais e profissionais, para nós e para o meio em que vivemos.

 

Porém, para adquirirmos esta inteligência emocional e introduzirmos ao nosso dia a dia, é preciso mais do que vivenciá-las, é preciso entender a química por trás disto. Existem duas frases que nos fazem ter a certeza do que falamos, a primeira diz que...

 

“As pessoas esquecerão o que você falou, as pessoas esquecerão o que você fez,

mas as pessoas jamais esquecerão o que você as fez sentir”

– Chico Xavier. 

 

Fica claro aqui, que falar sobre raiva e sua influência no corpo, não faz com que a pessoa entenda exatamente o que você quis dizer, mas fazer ela sentir raiva, e após falar sobre a raiva que ela sentiu, vai fazer com que ela entenda perfeitamente do que você está falando.

 

Faça um teste rápido.

 

Fale com alguém sobre raiva, primeiro faça ela sentir raiva, fale algo que faça com que esta pessoa sinta muita raiva da situação, sem ofendê-la claro, estimule esta raiva até que você perceba que ela existe na pessoa. Após, fale algo que a deixe muito feliz, estimule esta felicidade até que você a perceba feliz de fato. Ao final, explique que era um teste e peça para ela perceber como está o corpo, quimicamente falando, quais foram as sensações e reações que ela teve, e quais as diferenças na raiva e na alegria.

 Quando você faz isto, você faz com que a pessoa sinta a raiva e a alegria, e então entenda como elas influenciam no corpo e não apenas escute você falar sobre algo que ela não vivenciou. Este formato de aprendizado, é muito mais eficiente, pois a pessoa interage com os resultados.

 

A outra frase que nos fez perceber que só vivenciar não tez faz inteligente emocionalmente, é... “Um turbilhão de emoções não é inteligência emocional”. Fazer a pessoa vivenciar e não falar sobre como, e o porquê ela teve esta influência química no corpo, e, como agir sobre esta, pode até estimular novos comportamentos, mais positivos e até um pouco eufóricos eu diria, por algum tempo, porém, existe grande risco de passada a euforia, a pessoa passar pelos mesmos fatores somáticos, agindo sobre pressão emocional, o que a fará ter as mesmas ações de antes, ou em alguns casos já constatados, regredir ao ponto de uma depressão.

 

Entendemos então que, fazer uma imersão somente vivencial, é um risco que traz resultados fantásticos por algum tempo, porém, procuramos atuar no resultado a longo prazo, e para isto, é preciso que a pessoa, além de vivenciar, perceba e entenda como e por quê a química emocional ocorre em nosso corpo, em como formamos nosso mapa mental junto a esta grande habilidade.

 

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